Penhascos vertiginosos, florestas primárias, piscinas de lava, aldeias agarradas às rochas… O Oeste da Madeira é, sem dúvida, a zona mais selvagem e diversificada da ilha. Esta região apresenta paisagens muito contrastantes: a costa norte pulsa com ondas e nevoeiro, enquanto a costa sul oferece uma luz mais suave e algumas raras praias de areia. No meio, um planalto de relva e florestas de outros tempos. Ficámos impressionados com a riqueza desta região, muitas vezes negligenciada em favor do Funchal e do leste da ilha.

Aqui está a nossa seleção dos 10 lugares imperdíveis no Oeste da Madeira, bem como outras paragens obrigatórias para aqueles que querem explorar um pouco mais.
Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Fizemos as nossas próprias escolhas, visitámos a região de forma anónima e pagámos as nossas contas na totalidade.
1. Caminhada Levada 25 Fontes e Risco

Porque é que é essencial
O percurso pedestre da Levada 25 Fontes e Risco é o mais emblemático da zona Oeste da Madeira, situando-se na zona do Rabaçal, no planalto do Paúl da Serra. Ficámos impressionados com a atmosfera deste vale de encostas íngremes: a floresta de loureiros, Património Mundial da UNESCO, envolve o caminho com musgos, fetos gigantes e troncos nodosos. Dependendo do que decidir fazer, o percurso pode ser duplo: a Cascata do Risco, uma queda de água de cem metros, e as 25 Fontes, uma piscina de água alimentada por nascentes. Estes dois percursos podem ser facilmente combinados em meio dia e são, na nossa opinião, uma das melhores experiências de caminhadas na Madeira.

Conselhos práticos
- Distância: cerca de 5 km ida e volta só para a Levada 25 Fontes; 3 km ida e volta só para a Levada do Risco; 8 a 10 km ida e volta para o circuito Risco + 25 Fontes.
- Duração: 3h para a Levada do Fontes; 2h para a Levada do Risco; 5h para o circuito completo
- Dificuldade: fácil a moderada. Diferença de altura significativa entre o parque de estacionamento e o vale; terreno por vezes escorregadio
- A reserva é obrigatória: desde 2026, tem de reservar a sua entrada de 30 minutos e pagar as taxas de entrada antecipadamente no SIMplifica. Reserve assim que as suas datas estiverem definidas, pois as vagas esgotam-se rapidamente na época alta.
- Acesso: Estrada ER110 através do planalto do Paúl da Serra. Estacione ao longo da estrada no cruzamento para o Rabaçal. Do Funchal: cerca de 50min de carro
- Autocarro de transporte: a partir do parque de estacionamento, um autocarro de transporte pago (3 euros ida, 5 euros volta das 10h00 às 18h00) percorre 2 km até à Maison Forestière de Rabaçal, ponto de partida dos percursos. Também é possível descer a pé.
- Conselhos: escolha um horário de manhã cedo; leve água e um lanche consigo, pois não há pontos de refrescamento no trilho; recomenda-se um corta-vento, pois a zona é fresca e húmida durante todo o ano.
- Com crianças: é possível, desde que lhes dê bons sapatos de caminhada e adapte o ritmo.
- Leia o nosso artigo sobre o Levada aqui
Para descobrir a Levada 25 Fontes e o Risco sem se preocupar com a logística, opte por uma excursão guiada com transfer incluído – veja os preços e reserve já.
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2. Mergulhe nas piscinas naturais do Porto Moniz

Porque é que é essencial
Porto Moniz é uma das vilas mais conhecidas da ilha, e as suas piscinas naturais são a principal razão para isso. Esculpidas na rocha lávica por séculos de marés, estas piscinas oferecem uma experiência balnear única: a água do mar circula livremente entre as paredes vulcânicas negras, com as falésias verdes como pano de fundo e o Atlântico a quebrar a poucos metros de distância. Fomos seduzidos pela beleza crua do sítio. A orla marítima também é agradável para passear, com um forte histórico e vários restaurantes. O Porto Moniz não é particularmente notável pela sua arquitetura, mas o seu enquadramento natural faz com que valha a pena visitá-lo.

Conselhos práticos
- Acesso: costa noroeste da Madeira. Do Funchal: cerca de 1 hora de carro; do Seixal: 10 minutos
- Piscinas naturais: dois conjuntos de piscinas, um ajardinado com vigilância e instalações (acesso pago), o outro mais selvagem junto ao mar.
- Horários de abertura recomendados: evite as piscinas entre as 11 e as 15 horas, época alta do turismo. De manhã cedo ou ao fim da tarde, a experiência é muito mais agradável.
- Estacionamento: vários parques de estacionamento em frente ao mar, mas os lugares são limitados na época alta. Chegue cedo.
- Leia o nosso artigo sobre as piscinas do Porto Moniz aqui
As excursões organizadas a partir do Funchal incluem o Porto Moniz – consulte o programa e a disponibilidade
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3. Descubra a praia negra e as piscinas do Seixal

Porque é que é essencial
O Seixal reúne num só local várias das mais belas atracções naturais da ilha. A sua praia de areia preta, a Praia do Porto, é na nossa opinião a mais bela praia natural da Madeira. Os contrastes entre a areia vulcânica húmida, as rochas negras e as falésias cobertas de vegetação são impressionantes. Há até uma pequena cascata que corre diretamente para a areia. As piscinas naturais do Seixal – as Poças das Lesmas – são das mais surpreendentes da ilha, com um arco de lava sob o qual pode nadar. Recomendamos também o passeio marítimo, ligeiramente elevado, com as suas vistas inesquecíveis sobre a costa e os rochedos da Ribeira da Janela ao longe.

Conselhos práticos
- Localização: costa norte da Madeira. Do Funchal: 50min de carro; do Porto Moniz: 10min de carro
- Praia de areia preta (Praia do Porto): acesso livre. Parque de estacionamento do porto nas proximidades, lugares limitados. Recomendado de manhã cedo.
- Piscinas naturais (Poças das Lesmas): entrada cobrada a 2,50 euros. Vigilância dos nadadores-salvadores. Chuveiros, casas de banho e snack-bar disponíveis. Parque de estacionamento sobre as falésias com um caminho de acesso bastante íngreme.
- Piscina de água do mar (porto): acesso livre. Uma grande piscina, vigiada durante a época.
- Duração recomendada: meio dia para explorar todo o sítio
- Atenção: as várias atracções da aldeia estão espaçadas. Dê tempo para viajar entre cada uma delas.
- Leia o nosso artigo sobre o Seixal aqui
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4. Admire o Miradouro dos Ilhéus na Ribeira da Janela

Porque é que é essencial
Entre o Seixal e o Porto Moniz encontra-se uma das paisagens mais singulares da costa madeirense. Os Ilhéus da Ribeira da Janela são três chaminés vulcânicas que emergem do oceano a cerca de 200m da costa, esculpidas por milhares de anos de erosão marinha e eólica. Adorámos o seu tamanho e o seu carácter bruto. O mais impressionante, o Ilhéu Alto (ou Ilhéu Comprido), eleva-se a uma altura de 40m e tem uma abertura natural em forma de janela que dá o nome à aldeia e ao rio. O caminho para o miradouro, aninhado nas escadarias esculpidas na rocha basáltica e passando por um pequeno túnel, é divertido e bem guiado. A partir da estrada velha que domina a aldeia, a janela do maior ilhéu é também bem visível.

Conselhos práticos
- Localização: costa noroeste da ilha. Do Porto Moniz: 5min de carro; do Seixal: 15min; do Funchal: 1h
- Acesso: apenas de automóvel, através da estrada panorâmica ER101. Grande parque de estacionamento ao fundo da estrada sinuosa.
- Duração: cerca de 1 hora para visitar os ilhéus e o miradouro; mais 30 minutos a 1 hora para explorar a aldeia
- Belvedere: acessível através de uma escada escavada na rocha a partir do parque de estacionamento. Na nossa opinião, esta é a melhor opção para observar os ilhéus.
- Melhor altura: excelente local para ver o nascer do sol. O sítio pode ser visitado em qualquer altura.
- Comer e beber: um pequeno café perto do parque de estacionamento, ideal para o pequeno-almoço. Casas de banho no parque de estacionamento.
- Passeios pedestres na zona envolvente: Levada da Ribeira da Janela e Vereda da Ribeira da Janela, um pequeno passeio florestal nos arredores da aldeia.
- Leia o nosso artigo sobre o Ilhéu Ribeira da Jenala aqui
Descubra as chaminés vulcânicas da Ribeira da Janela numa excursão ao coração do noroeste da Madeira – saiba mais e reserve.
5. Passeie pela aldeia de Ponta do Sol

Porque é que é essencial
A Ponta do Sol é um dos locais mais solarengos da Madeira, daí o seu nome. Fomos seduzidos pela atmosfera tranquila da sua orla marítima. Os edifícios coloridos com as suas varandas de ferro forjado, a igreja de Nossa Senhora da Luz do século XV e o antigo cinema Art Déco de 1933 formam um conjunto modesto mas cativante. A ponte histórica construída entre 1848 e 1849, que liga o cais à costa, é a principal atração do local e oferece belas vistas sobre as falésias da costa sul. Também gostamos particularmente da ideia de combinar uma caminhada matinal na serra – a Levada das 25 Fontes fica apenas a 30 minutos de carro – com uma pausa para almoço e um mergulho na Ponta do Sol à tarde.

Conselhos práticos
- Localização: costa sul da Madeira. Do Funchal: 30min de carro; do Porto Moniz: 45min de carro
- Praia: 150 m de praia de calhau rolado, protegida por um paredão. Regue a cerca de 19-20°C no verão. Balneários, casas de banho, restaurantes e bares. Supervisionado no verão.
- Duração recomendada: 1 a 2 horas para explorar a orla marítima. Pense em almoçar lá.
- Estacionamento: parques de estacionamento pagos (requer moedas). Chegue de manhã para encontrar um lugar, a tarde pode ser difícil no verão.
- Autocarro: A Rodoeste faz a ligação entre o Funchal e a Ponta do Sol, horários aqui
- Caminhada nas proximidades: PR7 Levada do Moinho (8 a 10 km ida e volta, dificuldade moderada, 4 a 5 horas, terreno escorregadio). A reserva de uma faixa horária é obrigatória no SIMplifica
- Atenção: A Ponta do Sol é palco de vários festivais (Micro Film Festival, Madeira Dig), o que pode dificultar o trânsito.
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6. Explorando a Floresta Laurifera do Fanal

Porque é que é essencial
No planalto do Paúl da Serra, no coração do Oeste da Madeira, a Floresta do Fanal é uma experiência sem igual. Esta floresta de loureiros é uma das mais primitivas da ilha. 90% primário, pertence à mesma laurissilva classificada como Património Mundial da Unesco que percorremos na visita ao Risco. As árvores aqui são antigas, retorcidas e cobertas de musgo, criando formas que quer interpretar como silhuetas. Aconselhamo-lo particularmente a ir com nevoeiro ou neblina. A atmosfera torna-se verdadeiramente singular. O percurso da Vereda do Fanal (PR14), que atravessa esta floresta, éum dos nossos percursos preferidos na ilha, pela sua natureza envolvente e declive razoável.

Conselhos práticos
- Localização: Planalto do Paúl da Serra, acessível pela estrada ER110. Do Porto Moniz: cerca de 30 minutos; do Funchal: cerca de 1 hora
- Caminhada da Vereda do Fanal (PR14): cerca de 11 km, dificuldade moderada, 3 a 4 horas. A reserva de uma faixa horária é obrigatória no SIMplifica
- Estacionamento: parque de estacionamento no início do percurso no planalto
- Melhor altura: de manhã cedo ou ao fim da tarde para evitar os grupos. O nevoeiro matinal torna o local particularmente interessante.
- Atenção: o planalto pode ser frio e ventoso mesmo no verão. Forneça uma camada extra.
Excursão privada ao oeste da ilha, incluindo a floresta do Fanal – saiba mais e reserve
7. Nadar na praia da Calheta

Porque é que é essencial
A Madeira não é um destino de praia no sentido tradicional da palavra, e é precisamente por isso que a Praia da Calheta merece uma menção especial. Inaugurada em 2004, esta praia artificial é uma das poucas da ilha a oferecer areia fina, protegida por paredões para garantir um banho seguro e tranquilo. Apreciámos o ambiente bem ajardinado e as águas calmas, ideais para famílias. A praia está dividida em duas enseadas com uma entrada suave e gradual na água. Faz fronteira direta com dois hotéis de qualidade com vista para o mar:o Hotel Calheta Beach – Savoy Signature (4 estrelas) eo Hotel Saccharum – Savoy Signature (5 estrelas). A própria vila da Calheta, cuja marina dispõe de vários restaurantes de qualidade, merece também uma breve paragem. Finalmente, pode fazer uma excursão de observação de golfinhos a partir da Calheta.

Conselhos práticos
- Localização: costa sudoeste da Madeira. Do Funchal: 35min pela estrada costeira ER101 (vários túneis); da Ponta do Sol: 10min; do Paul do Mar: 12min
- Tipo de praia: areia fina e amarela importada de Maroc. Primeira praia artificial da Madeira (2004).
- Vigilância: presença de nadadores-salvadores no mar
- Instalações: duches, casas de banho, balneários, aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis, campos de voleibol de praia, área de recreio para crianças, escola de mergulho
- Acesso para deficientes: rampas de betão, casas de banho e vestiários adaptados, lugares de estacionamento reservados
- Estacionamento: parque de estacionamento pago junto à praia (sobrelotado na época alta) e parque de estacionamento subterrâneo pago debaixo da praia
- Autocarro: linha 80 Funchal – Porto Moniz via Calheta (cerca de uma hora e meia de viagem) – horários aqui
- Cães: não são autorizados na praia (exceto cães-guia)
- Restaurantes próximos: Restaurante Marina Azul na marina, especializado em marisco.
Aqui, as excursões de observação de golfinhos que partem da Calheta
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8. Desça de teleférico até Achadas da Cruz

Porque é que é essencial
O Teleférico das Achadas da Cruz é um dos teleféricos mais íngremes da Europa, com uma inclinação de 98% ao longo de 600m. Nunca tínhamos estado numa cabina tão vertical e a experiência foi memorável. Da estação superior, a vista das falésias basálticas de 450 m de altura que mergulham no Atlântico é já de cortar a respiração. À medida que vai descendo, vai gradualmente avistando a fajã da Quebrada Nova: esta estreita faixa de terreno agrícola no sopé das falésias foi cultivada e habitada por gerações de agricultores madeirenses, que levavam o teleférico até às suas parcelas. No fundo da falésia, um caminho estreito passa por casas de pedra tradicionais e jardins. Adorámos a atmosfera tranquila e intacta deste local, que poucos turistas se dão ao trabalho de explorar.

Conselhos práticos
- Localização: a noroeste da Madeira. Do Porto Moniz: 20min de carro; do Funchal: 1h15
- Acesso: apenas de automóvel. A partir da ER101, siga as indicações para o “Caminho do Teleferico”. Amplo estacionamento na aldeia, no início da estação superior.
- Tarifas: 3 euros ida, 5 euros ida e volta. Traga bastante líquido.
- Horário de abertura: de segunda a domingo, das 8h às 11h30 e das 12h30 às 19h
- Duração: a viagem dura cerca de 5 minutos. Reserve 20 minutos a 1 hora no fundo para explorar a fajã e a orla marítima.
- Condições recomendadas: com bom tempo, para tirar o máximo partido das vistas da cabina
- Restauração: Snack-Bar Calhau na estação superior, com esplanada panorâmica. Nada no fundo da falésia: leve água e um lanche.
- Nota: a baía no sopé da falésia é um local conhecido para a prática de surf. O acesso à fajã é privado, pelo que o respeito pela área é essencial.
- Miradouros próximos: Miradouro da Ponta da Ladeira (vista da fajã a partir das alturas) e Miradouro da Santinha (vista de Porto Moniz) na estrada de acesso a partir de Porto Moniz.
Apanhe o teleférico e descubra o oeste da ilha numa excursão privada – saiba mais e reserve.
9. Percorra a costa entre as aldeias de Paul do Mar e Jardim do Mar

Porque é que é essencial
Estas duas vilas vizinhas na costa sudoeste estão entre as mais autênticas e menos frequentadas do Oeste da Madeira. O Paul do Mar estende-se ao longo de uma orla marítima selvagem, conhecida pelos surfistas de todo o mundo pela qualidade das suas ondas. A aldeia mantém um ambiente tranquilo e residencial, longe dos circuitos turísticos habituais. Apenas a alguns minutos de carro, o Jardim do Mar possui ruas estreitas junto à falésia, casas cheias de flores e uma pequena orla marítima. Apreciámos o passeio entre as duas aldeias, com vistas para a costa rochosa e para as águas profundas do Atlântico Sul. Estas duas paragens são ideais para uma visita de meio dia a caminho ou a partir da Calheta.
Conselhos práticos
- Localização: costa sudoeste da Madeira. Da Calheta: 10 a 15min de carro; do Funchal: aprox. 45min
- Paul do Mar: uma aldeia piscatória com uma orla marítima selvagem. Local de surf famoso. Restaurantes e cafés à beira-mar.
- Jardim do Mar: uma aldeia empoleirada nas falésias, com ruas estreitas cheias de flores e uma bela frente marítima. O acesso a partir da estrada principal faz-se por um caminho sinuoso.
- Duração recomendada: meio dia para o conjunto das duas aldeias
- Estacionamento: alguns lugares ao longo da orla marítima em cada aldeia. Chegue cedo na estação.
- Combine com a Praia da Calheta (a 12 minutos) e a Vila da Madalena do Mar (a 10 minutos) para um dia inteiro na costa sudoeste.
Opte por uma excursão organizada que inclua as duas aldeias.
10. Admire a frente de mar em São Vicente

Porque é que é essencial
Em São Vicente, adorámos a impressionante orla marítima no sopé de falésias íngremes, bem como a Capelinha do Calhau. Uma pequena capela construída em 1692 no interior de uma rocha basáltica no meio da ribeira, representativa da relação especial da Madeira entre a fé e a geologia vulcânica. O centro da cidade também possui um jardim de plantas indígenas, uma bela igreja do século XVII e túneis escavados na rocha que podem ser explorados a pé. As grutas vulcânicas de São Vicente, formadas há 900.000 anos e redescobertas em 1885, completam o quadro com um centro vulcânico que oferece visitas guiadas.

Conselhos práticos
- Localização: costa norte da Madeira, no cruzamento das estradas ER101 e ER104. Do Funchal: 40min de carro; do Porto Moniz: 20min de carro
- A não perder: a Capelinha do Calhau, a orla marítima e as suas falésias, os túneis na rocha, o jardim de plantas indígenas, a igreja do século XVII e as suas pinturas no teto.
- Grutas vulcânicas: galerias com 1 km de comprimento e até 6 m de altura. Temperatura ambiente 16 a 17°C. Horário de abertura: das 10 às 18 horas. Grande parque de estacionamento do outro lado da estrada.
- Estacionamento: alguns lugares à beira-mar, um parque de estacionamento no centro da cidade e um parque de estacionamento para o centro vulcânico.
- Autocarro: Funchal – Porto Moniz com paragem em São Vicente, mas com frequência limitada
- Duração recomendada: meio dia para todo o sítio. Mais se quiser fazer caminhadas.
- Restaurantes: vários restaurantes e gelatarias em frente ao mar
- Alojamento: veja as acomodações mais bem avaliadas em São Vicente
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Outros locais a descobrir no Oeste da Madeira
O West Madeira não se limita a este top 10. Eis algumas outras paragens interessantes, menos conhecidas ou mais discretas, para quem tem mais tempo ou quer fugir aos percursos habituais.
Paisagens magníficas
- Miradouro Veu da Noiva: um dos miradouros mais conhecidos da ilha, na estrada que liga o Seixal ao Porto Moniz. Um pequeno parque de estacionamento permite-lhe parar em frente a uma cascata que brota das falésias. Já não é possível aproximar-se dele, mas o panorama a partir da plataforma continua a ser muito bonito, e a vista da aldeia do Seixal a partir do mesmo local é também apreciável.
- Miradouro Santinha: na estrada de acesso ao teleférico das Achadas da Cruz a partir do Porto Moniz. Este miradouro oferece-lhe uma vista panorâmica da vila de Porto Moniz, das suas piscinas e da sua costa. Uma paragem rápida mas memorável.

- Miradouro Ponta da Ladeira: situado numa falésia íngreme junto às Achadas da Cruz, este miradouro oferece uma vista panorâmica da fajã das Achadas e dos socalcos agrícolas no sopé das muralhas. Menos popular do que outros miradouros da região.
- Garganta Funda (Paisagem): um desfiladeiro vulcânico selvagem no interior do oeste da Madeira. Um local para os amantes de paisagens preservadas, com pouca sinalização e menos acesso do que os locais anteriores.

Outras aldeias
Outras pequenas aldeias merecem uma visita na zona oeste, como a Madalena do Mar. Uma pequena e discreta aldeia na costa sul, conhecida pelas suas plantações de bananas e pelo seu percurso pedestre, a Rota da Banana. É uma curta caminhada desde as alturas, ao longo de plantações de bananeiras em socalcos. Uma forma suave e original de descobrir a agricultura tradicional da ilha, acessível a todos os níveis.
Esta aldeia é um ótimo local para combinar com a Ponta do Sol ou o Jardim do Mar para um dia na costa sudoeste. Saiba mais no nosso artigo sobre a Madalena do Mar.

Perguntas mais frequentes
Quanto tempo demora a visitar o West Madeira?
Se quiser ver o essencial do top 10, pode fazer uma viagem guiada de um dia e descobrir o melhor do Oeste.
Se quiser desfrutar desta parte da ilha ao seu próprio ritmo, reserve 3 a 4 dias. A costa norte (Seixal, Ribeira da Janela, Porto Moniz, São Vicente) é melhor explorada num dia inteiro. A caminhada das 25 Fontes dura entre meio dia e um dia inteiro, consoante o seu ritmo. A floresta do Fanal também merece o seu próprio passeio de meio dia. A costa sul (Ponta do Sol, Calheta, Paul do Mar, Jardim do Mar) pode ser percorrida num dia.

Precisa de um carro para visitar o West Madeira?
Não, se optar por uma excursão a partir do Funchal que cubra os percursos mais populares (costa norte, Porto Moniz, Fanal), uma alternativa agradável para quem não quer conduzir. Sim, se quiser ficar vários dias no Oeste. Na nossa opinião, um carro alugado é a melhor forma de se deslocar. Existem transportes públicos (nomeadamente a linha Funchal – Porto Moniz), mas a frequência é limitada e os horários inadequados para visitar vários locais no mesmo dia. Encontre aqui todos os nossos conselhos sobre o aluguer de automóveis na Madeira.
Onde ficar para explorar o Oeste da Madeira?
O Funchal continua a ser a base mais prática, com os melhores alojamentos. A partir deste ponto de partida, pode chegar a todo o Oeste da Madeira numa viagem de 30 minutos a 1 hora e 15 minutos. Testámos alguns dos melhores hotéis da capital. Se quiser estar mais perto dos locais, a Ponta do Sol (costa sul) e a Calheta oferecem alojamento de qualidade e fácil acesso a toda a região.


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